10 horrores do ritual de sacrifício humano asteca

O Império Asteca, cem anos antes de sua queda, passou por uma mudança incrível: o filho do imperador Tlacaelel declarou que o deus da guerra, Huitzilopochtli, seria o mais elevado de todos os deuses. Assim sendo, a partir de então os astecas viviam a serviço do deus da guerra.

Por este motivo o sacrifício humano se tornou uma prática comum da sociedade asteca, com centenas de milhares de pessoas abatidas a cada ano como oferendas aos deuses. Parece assustador?

Então veja só 10 horrores do ritual de sacrifício humano asteca e tire suas próprias conclusões:

10 – Eles encenavam batalhas para capturar pessoas como oferendas

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Para os astecas, o dever divino era preencher os apetites insaciáveis ​​dos seus deuses através do sacrifício humano. Por isso eles geralmente usavam inimigos que haviam derrotado na guerra como oferendas.

Entretanto, isso não era o suficiente e eles sempre precisavam de mais vítimas. Desta forma, os astecas fizeram um acordo para usar a cidade-estado vizinha de Tlaxcala como uma fazenda para humanos, em que dois exércitos organizariam batalhas encenadas apenas para capturar prisioneiros para o sacrifício humano, com um acordo mútuo de ambos os lados.

O exército perdedor não imploraria por misericórdia, sendo que entendiam que este era o seu destino.

9 – Alguns eram voluntários

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Para os corajosos, virar um sacrifício humano para os deuses era um ato de honra. Afinal, não era todos os dias que se poderia morrer por um deus.

 Por tradição, grupos inteiros de prostitutas voluntariamente se inscreviam para serem sacrificadas à deusa do amor. Durante uma seca, alguns astecas recorreram à venda de seus filhos à escravidão por 400 espigas de milho. Se as crianças não trabalhassem bem, poderiam ser vendidas novamente. E se um escravo fosse vendido duas vezes, eles poderiam se tornar um presente para os deuses.

Morrer era um ato de provar a coragem e seu significado: aliás, quando os espanhóis chegaram e tentaram libertar prisioneiros astecas, alguns ficaram furiosos por terem sido privados da honra de uma morte piedosa.

8 – O Festival De Toxcatl

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Durante o mês de Toxcatl, um homem era escolhido para uma honra especial com base em sua aparência: este homem precisava ter pele lisa e ser magro, além de ter cabelos longos e lisos. Para o próximo ano, este homem seria tratado como um deus, sendo vestido como o próprio deus Tezcatlipoca.

 Sua pele seria pintada de preto e ele usaria uma coroa de flores e muitas joias. O sortudo receberia quatro belas esposas para fazer o que quisesse e seria homenageado pela cidade inteira.

Após 12 meses ele deveria subir as escadas de uma grande pirâmide e deitar-se em um longo altar feito de pedra. Então eles arrancariam seu coração do seu corpo. Depois, eles escolheriam um novo Tezcatlipoca e começariam tudo de novo.

7 – O ritual do sacrifício

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Normalmente, uma vítima era levada ao topo de uma grande pirâmide e colocada sobre uma pedra sacrificial. Um padre ficava de pé ao lado da vítima, segurando uma faca com uma lâmina de vidro vulcânico.

Aquela lâmina desceria sobre o peito da vítima e a abriria, e o padre arrancaria seu coração ainda pulsante. O padre segurava o coração para que todos pudessem vê-lo.

 O corpo sem vida era rolado pelos degraus da pirâmide, onde açougueiros esperavam abaixo para desmembrar o corpo. O crânio era removido e colocado em uma prateleira junto com os crânios dos outros mortos. Então a carne do corpo seria cozida e servida aos nobres.

6 – O deleite da carne

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Os corpos dos sacrificados eram frequentemente assados ​​com milho e compartilhados entre os sacerdotes para uma festa. Outras vezes, o suficiente estava preparado para toda a cidade, e cada pessoa presente participava de um ato compartilhado de canibalismo ritualístico. Os ossos eram então transformados em ferramentas, instrumentos musicais e armas.

Pelo menos um prato que eles usaram nessas cerimônias ainda existe hoje: pozole. No tempo dos astecas, esta era uma sopa preparada com a coxa de um prisioneiro sacrificado e era servida ao imperador. Hoje, o prato é feito com carne de porco em vez de carne humana, mas o sabor é praticamente o mesmo. Quando os cristãos forçaram os astecas a mudar para a carne de porco, eles relataram que tinha gosto de seres humanos.

5 – A inauguração da grande pirâmide

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Nem todo sacrifício era normal: existiram momentos excepcionais em que as coisas foram feitas de maneira diferente. E a maior foi durante a reconsagração da Grande Pirâmide de Tenochtitlán. Os astecas haviam passado anos construindo os templos em sua capital e, em 1487, a Grande Pirâmide estava completa. Eles realizaram uma celebração maciça para inaugurar seu grande templo – e abateram um número incrível de pessoas. Os astecas alegaram que sacrificaram 84.000 pessoas durante um período de quatro dias. Durante o reinado dos astecas, cerca de 250.000 pessoas foram sacrificadas em todo o México durante apenas um ano.

4 – Um festival do “Esfolamento dos Homens”

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Um dos festivais astecas mais perturbadores era o chamado Tlacaxipehualiztli (“O Festival do Esfolamento dos Homens”). Esta foi uma cerimônia dedicada ao deus asteca Xipe Totec, cujo nome significa “O Esfolado”.

Quarenta dias antes do festival, um homem recebia a honra de se vestir como O Esfolado. Ele ficava coberto de penas vermelhas e joias de ouro e passava 40 dias homenageado como um deus. Então, no dia do festival, ele e oito outros imitadores de deuses eram levados ao topo dos templos e assim mortos.

Os sacerdotes esfolavam os corpos dos homens sacrificados e a pele era então tingida de amarelo para se parecer com ouro.

3 – O sacrifício através do combate

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Durante o Festival do Esfolamento dos Homens, alguns homens tinha, a chance de se defender. Para viver, porém, eles precisavam derrotar os maiores campeões astecas em combates armados – e as probabilidades não eram uniformes: os guerreiros sacrificais eram conduzidos a uma pedra circular chamada temalacatl. Eles eram autorizados a transportar armas de madeira que eram pouco mais que simples pedaços de pau. Segurando um pedaço de madeira na forma de uma lâmina, esses homens observavam os maiores campeões astecas marcharem, armados até os dentes.

De acordo com lendas astecas, um homem chamado Tlahuicol realmente sobreviveu. Com nada além de uma espada de madeira, ele sozinho matou oito guerreiros astecas totalmente armados. Os astecas ficaram emocionados e ofereceram-se para torná-lo comandante do seu exército. A oferta deles, ele disse, era um insulto. Tlahuicol foi criado para um destino muito maior. Ele deveria ser sacrificado aos deuses.

2 – Como eles viam os gêmeos

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Os astecas tinham crenças estranhas e muitas vezes contraditórias sobre gêmeos: seus mitos eram repletos de gêmeos, geralmente tratados como divindades veneradas e dignas da adoração.

Gêmeos apareciam em suas histórias como matadores de monstros, heróis e até mesmo os criadores do mundo. Porém, os gêmeos de verdade, no entanto, eram tratados com total desprezo. Eles tinham um deus, Xolotl, tanto para crianças como para gêmeos deformados, porque os astecas consideravam gêmeos uma criança deformada.

Eles viam gêmeos como uma ameaça mortal para seus pais e permitir que bebês gêmeos vivessem significaria o fim de suas vidas. Então a maioria dos pais escolhia um dos gêmeos e mandava o outro para os deuses.

1 – Sacrifício infantil

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No coração da capital asteca, Tenochtitlan, havia dois templos. No topo do dedicado a Tlaloc, os astecas realizavam o mais terrível e triste ritual de todos: Tlaloc era o deus da chuva e do raio – e exigia crianças para si.

Durante o final do mês de inverno chamado Atlcahualo, os astecas levavam as crianças ao templo de Tlaloc e obrigavam-nas a subir os degraus. As crianças não eram voluntárias, e choravam quando subiram. Se as crianças chorassem, os astecas acreditavam que Tlaloc os abençoaria com a chuva. Então, se as crianças não chorassem sozinhas, os adultos as faziam chorar.

Bizarro, não é mesmo? E você qual dessas curiosidades achou mais assustadora? Não deixe de nos contar nos comentários!

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1 comentário
  1. Zard Diz

    Mereceu ter acabado, sido extinta essa nação de loucos fanáticos, assassinos por natureza, tiveram a merecida lei do retorno… Dá nojo ler misérias como essas!

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